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Diz à mãe para migar as sopas ...

Diz à mãe para migar as sopas ...

She

30.11.16 | Paulo Brites

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Nikon D3200, 18-55mm @ 18mm, f/9, 1/250s, ISO 100

Boavista dos Pinheiros | Alentejo | Portugal

https://www.youtube.com/watch?v=cuvKcgaULvw

 

...

She who always seems so happy in a crowd

Whose eyes can be so private and so proud

No one's allowed to see them when they cry

She may be the love that cannot hope to last

May come to me from shadows of the past

That I'll remember till the day I die ...

Elvis Costello - She

Gente Perdida

29.11.16 | Paulo Brites

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Nikon D3200, 18-55mm @ 55mm, f/7.1, 1/125s, ISO 100

Costa da Caparica | Portugal

https://www.youtube.com/watch?v=HeYbNn5lMCg

 

Eu fui devagarinho

Com medo de falhar

Não fosse esse o caminho certo

Para te encontrar

Fui descobrindo devagar

Cada sorriso teu

Fui aprendendo a procurar

Por entre sonhos meus

 

Eu fui assim chegando

Sem entender porquê

Já foram tantas vezes tantas

Assim como esta vez

Mas é mais fundo o teu olhar

Mais do que eu sei dizer

É um abrigo pra voltar

Ou um mar pra me perder

 

Lá fora o vento

Nem sempre sabe a liberdade

A gente finge

Mas sabe o que não é verdade

Foge ao vazio

Enquanto brinda, dança e salta

Eu trago-te comigo

E sinto tanto, tanto a tua falta

 

Eu fui entrando pouco a pouco

Abria a porta e vi

Que havia lume aceso

E um lugar pra mim

Quase me assusta descobrir

Que foi este sabor

Que a vida inteira procurei

Entre a paixão e a dor

 

Lá fora o vento

Nem sempre sabe a liberdade

Gente perdida

Balança entre o sonho e a verdade

Foge ao vazio

Enquanto brinda, dança e salta

Eu trago-te comigo

E sinto tanto, tanto a tua falta

 

Lá for a o vento

Nem sempre sabe a liberdade

Gente perdida

Mas sabe que não é verdade

Foge ao vazio

Enquanto bebe, dança e ri

Eu trago-te comigo

E guardo este abraço só para ti.

Mafalda Veiga - Gente Perdida

Há gente que fica na história da história da gente

27.11.16 | Paulo Brites

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Nikon D3200, 18-55mm @ 18mm, f/16, 1/80s, ISO 100

Porto Covo | Alentejo | Portugal

https://www.youtube.com/watch?v=OzrUs08-SWs

 

As coisas vulgares que há na vida

Não deixam saudades

Só as lembranças que doem

Ou fazem sorrir

 

Há gente que fica na história

da história da gente

e outras de quem nem o nome

lembramos ouvir

 

São emoções que dão vida

à saudade que trago

Aquelas que tive contigo

e acabei por perder

 

Há dias que marcam a alma

e a vida da gente

e aquele em que tu me deixaste

não posso esquecer

Mariza - Chuva

Saudades do Verão ... quero o teu amor d'água fresca

25.11.16 | Paulo Brites

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Nikon D3200, 18-55mm @ 18mm, f/16, 1/80s, ISO 100

Portimão | Algarve | Portugal

 

Quando eu vi olhos de ameixa

E a boca de amora silvestre

Tanto mel, Tanto sol

Nessa tua madeixa perfil, sumarenta e agreste

 

Foi a certeza que eras tu

O meu doce de uva

E noz sobre a mesa

O amor de morango e caju

 

Peguei, trinquei e meti-te na cesta

Risi dás-me a volta à cabeça

Vem cá, tenho sede

Quero o teu amor d'água fresca, oh oh oh oh

 

Tens na pele travo a laranja

E no beijo três gomos de riso

Tanto mel, tanto sol, fruta, sumo, água fresca

Provei e perdi o juízo

 

Foi na manhã acesa em ti

Abacate, abrunho

E a pêra francesa, romã

Framboesa, kiwi

 

Peguei, trinquei e meti-te na cesta

Risi dás-me a volta à cabeça

Vem cá, tenho sede

Quero o teu amor d'água fresca

Dina - Amor de água fresca

Afinal o que sobrou?

23.11.16 | Paulo Brites

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Nikon D3200, 18-55mm @ 32mm, f/10, 1/250s, ISO 400

Ponte da Ajuda | Olivença | Portugal

 

"Desfazemo-nos e refazemo-nos, vezes e vezes sem conta, ao longo da nossa história.

Certos momentos são como um inesperado tremor de terra; apanha-nos de surpresa e faz-nos simplesmente aluir, sem controlo, por vezes até sem amparo. De início é uma visão devastadora, dolorosa, sem sentido. Mas depois todas as sensações vão abrandando… Damos por nós a olhar para o que sobrou – de pé, ou não, – e percebemos que não é o fim. E mesmo que seja em alguns aspetos, só temos duas escolhas; reerguermo-nos, ou ficarmos ali, presos ao que já não tem volta…
Independentemente da escolha que façamos, porém, fica uma certeza: ao mergulharmos nas nossas perdas, dores, aluimentos, jamais voltaremos a ser os mesmos (felizmente!)."

Graça Aguiar

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