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Diz à mãe para migar as sopas ...

Diz à mãe para migar as sopas ...

Chegamos? Não chegamos? Partimos. Vamos. Somos

30.04.17 | Paulo Brites

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Nikon D3200, 18-55mm @ 24mm, f/6.3, 1/125s, ISO 100

Olhos de Água | Algarve | Portugal

 

Pelo sonho é que vamos,

Comovidos e mudos.

Chegamos? Não chegamos?

Haja ou não frutos,

Pelo Sonho é que vamos.

 

Basta a fé no que temos.

Basta a esperança naquilo

Que talvez não teremos.

Basta que a alma demos,

Com a mesma alegria, ao que é do dia-a-dia.

 

Chegamos? Não chegamos?

-Partimos. Vamos. Somos.

Sebastião da Gama

... dá-me lume

27.04.17 | Paulo Brites

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Nikon D3200, 18-55mm @ 18mm, f/5.6, 1/125s, ISO 360

Monsaraz | Alentejo | Portugal

https://www.youtube.com/watch?v=FD2NuMknbgk 

 

“ __Que quer dizer "cativar"?
__Tu não és daqui, disse a raposa. Que procuras?
__Procuro os homens, disse o principezinho. Que quer dizer "cativar"?
__Os homens, disse a raposa, têm fuzis e caçam. É bem incômodo! Criam galinhas também.
É a única coisa interessante que eles fazem. Tu procuras galinhas?
__Não, disse o principezinho. Eu procuro amigos. Que quer dizer "cativar"?
__É uma coisa muito esquecida, disse a raposa. Significa "criar laços...".
__Criar laços?
__Exatamente, disse a raposa. Tu não és ainda para mim senão um garoto inteiramente igual a cem mil outros garotos. E eu não tenho necessidade de ti. E tu não tens necessidade de mim. Não passo a teus olhos de uma raposa igual a cem mil outras raposas. Mas se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás para mim único no mundo. E eu serei para ti única no mundo...”

A raposo e o príncipe - Antoine de Saint-Exupéry

O pensamento voa ...

26.04.17 | Paulo Brites

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Nikon D3200, 18-55mm @ 18mm, f/3.5, 1/800s, ISO 100

Rio Guadiana | Alentejo | Portugal

 

O pensamento voa,

o silêncio ecoa,

tão barulhento e disperso,

parece um caos eterno,

que confunde a minha mente,

como quem sente,

que há uma multidão aqui.

 

O pensamento voa,

o silêncio ecoa,

e de repente tu apareces

tal como este reflexo

que me abre a mente

e me deixa perplexo.

 

O pensamento voa,

o silêncio já não ecoa,

a primavera acontece,

tal como o sol, o planeta e o universo,

para nada é preciso ter pressa

e, como tudo … é deixar que aconteça.

© Paulo Brites

 

 

Uma promessa ...

25.04.17 | Paulo Brites

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Nikon D3200, 18-55mm @ 18mm, f/9, 1/160s, ISO 400

Monsaraz | Alentejo | Portugal

 

Porque tu não és mulher de baixa autoestima,

nem tão pouco te apaixonas com facilidade,

poderás ser a mulher que dá prazer,

mas só migalhas, terás para receber.

 

Homem que é homem dá prioridade,

principalmente á sua felicidade,

e se continua com uma realidade

é porque não te quer com vaidade!

 

Quando se ama uma mulher,

e com ela por opção se faz vida,

não se esquece a outra parte que foi vivida

principalmente, se por ela for permitida.

 

E porque tu permites que essa parte seja revivida,

claro está que ela é sentida.

Só pergunto como te permitiste a tal vida,

… talvez das migalhas, não queiras despedida!

Uma partilha diferente ...

21.04.17 | Paulo Brites

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 Foto retirada da net - desconheço o autor

 

Hoje é uma partilha diferente ... Joaquín Sabina ... não podia ser de outra forma!

https://www.youtube.com/watch?v=J3OtzDWBwOo 

 

Fue en un pueblo con mar, una noche después de un concierto
Tú reinabas detrás de la barra del único bar que vimos abierto
Cántame una canción al oído y te pongo un cubata
Con una condición, que me dejes abierto el balcón de tus ojos de gata

 

Loco por conocer los secretos de tu dormitorio
Esa noche canté al piano del amanecer todo mi repertorio

 

Los clientes del bar, uno a uno se fueron marchando
Tú saliste a cerrar, yo me dije "Cuidado, chaval, te estás enamorando"
Luego todo pasó, de repente, tu dedo en mi espalda
Dibujo un corazón y mi mano le correspondió debajo de tu falda

 

Caminito al hostal nos besamos en cada farola

Era un pueblo con mar yo quería dormir contigo y tú no querías dormir sola

 

Y nos dieron las diez y las once

Las doce y la una, y las dos y las tres
Y desnudos al anochecer nos encontró la luna

 

Nos dijimos adiós, ojalá que volvamos a vernos

El verano acabó, el otoño duró lo que tarda en llegar el invierno
Y a tu pueblo el azar, otra vez el verano siguiente
Me llevó, y al final del concierto me puse a buscar tu cara entre la gente

 

Y no halle quien de ti me dijera ni media palabra

Parecía como si me quisiera gastar el destino una broma macabra

 

No había nadie detrás de la barra del otro verano

Y en lugar de tu bar me encontré una sucursal del banco hispano americano
Tu memoria vengué a pedradas contra los cristales
"Sé que no lo soñé" protestaba mientras me esposaban los municipales

 

En mi declaración alegué que llevaba tres copas

Y empecé esta canción en el cuarto donde aquella vez te quitaba la ropa

 

Y nos dieron las diez y las once

Las doce y la una y las dos y las tres
Y desnudos al anochecer nos encontró la luna

 

Y nos dieron las diez y las once

Las doce y la una y las dos y las tres
Y desnudos al anochecer nos encontró la luna

Written by Joaquin Ramon Sabina • Copyright © Warner/Chappell Music, Inc

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