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Diz à mãe para migar as sopas ...

Diz à mãe para migar as sopas ...

Amarelo ou Amarela?

31.05.17 | Paulo Brites

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Nikon D3200, 50-200mm @ 200mm, f/11, 1/500s, ISO 360

Por ai ... | Alentejo | Portugal

 

Claramente que pinto da cor "Amarela"

 

"As cores com que vejo o mundo...
São as que moram no meu peito...
São leves?
São escuras?
São alegres?
São tristes?
São todas elas ?
Provavelmente!
Mas só eu as posso ver...
Sentir...
Pintar..
Ou transformar.
E agora que penso nisso...
Com que cores eu pinto o mundo?"

Graça Aguiar

Diz o povo que uma imagem vale mais que mil palavras

30.05.17 | Paulo Brites

Diz o povo que uma imagem vale mais que mil palavras! Nem sempre é assim! Hoje a minha publicação não irá ter imagem, porque depois de analisar o meu arquivo fotográfico, infelizmente não consigo encontrar imagem alguma que ilustre as minhas palavras. Recorri ao nosso amigo “Google” e as únicas imagem adequadas a este meu texto, seriam imagens que iriam contra “aquela” classificação “para maiores de 18 anos”. Como tal e porque poderão existir “menores” a ver tal imagem resolvi partilhar unicamente o texto.

Tendo por base o meu comentário no Facebook na passada sexta-feira (Descubro tantas merdas sem querer… imagina se quisesse… Ui!!! Dava uma boa novela …), em que recebi algumas mensagens privadas a falar sobre o tema, resolvi escrever um pouco mais sobre isso.

No outro dia escrevi um texto, um texto que falava sobre o meu significado de amizade e, o que para mim é amizade. Claro que cada um de nós tem o seu conceito sobre tal acto tão sincero e tão nobre. Sabemos que o seu significado não é igual para toda a gente, tal como em algumas ciências exatas, que poderão existir vários caminhos para se chegar ao algarismo “2” também na amizade existem vários caminhos para se chegar e valorizar tão importante sintonia.

Não creio que uma amizade sincera e devota se possa repartir de igual forma por três ou quatro amigos … amizade tem condições irresolúveis. Por exemplo, deve ser e conter um destinatário singular, a individualidade de uma amizade é tudo.

Não creio que se possa considerar amizade pura quando o que se fala entre dois amigos seja partilhado com uma qualquer terceira pessoa, seja ela amiga ou não (isso chama-se outra coisa)! Falar com um “amigo” é sempre algo de muito intimo, tal como já referi, essa conversa terá que ter um destinatário singular. Quando essa individualidade se perde ou se quebra será que se poderá dizer e chamar “amizade”?

Creio que não!

Deixo aqui um pouco do meu conceito de amizade: Um amigo não tem que aprovar ou reprovar o que fazes … mas também um amigo, não se tem que sentir ofendido com uma qualquer opinião dele sobre o que fazes (amigo que é amigo tem sempre liberdade e aceitação para a sua opinião) … e claro que amigo quer sempre o melhor para o seu amigo. Mas amigo não diz “amem” a tudo … amigo alerta, avisa … opina … amigo dá conselhos … amigo dá o ombro mesmo não concordando mas amigo que é amigo só o dará depois de avisar, comentar … alertar … e sim, depois dá o ombro, aceita e apoia, mesmo não concordando! Mas também diz: Faz a tua escolha que eu irei apoiar-te mesmo não concordando contigo! Mas amigo que é amigo nunca quebra a singularidade e a individualidade de uma qualquer conversa “entre amigos”.

Tendo por base esse meu conceito de “amizade” falta referir que quando se quebra essa individualidade na amizade claro está, tal “amigo” tenha inevitavelmente de passar para uma outra classificação, a de “conhecido muito próximo”, isso porque não gosto de passar do 8 para o 80 … mas verdade o que se poderá dizer e fazer? Quando se descobre por terceiras pessoas algumas conversas (singulares e individuais) unicamente feitas com um “amigo” …

Em jeito de conclusão e relembrando o meu Avô, tem cuidado com os amigos, tens menos do que aqueles que julgas ter … existem “amigos” que sem margem para duvidas um dia te irão falhar, um dia vais dizer para ti mesmo que afinal tal “amigo” não era o que pensavas … um dia irás ter uma decepção … por isso escolhe bem quem tu consideras ou poderás chamar “amigo”.

E é isso… Beijinhos e abraços!

O "creme" e o azul ...

29.05.17 | Paulo Brites

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Nikon D3200, 18-55mm @ 36mm, f/11, 1/500s, ISO 360

Mértola | Alentejo | Portugal

 

Agora não! Por agora só quero continuar com a recordação do teu sorriso, quero que te aguentes forte! Sabes, por existir uma avaria na máquina, não significa que não exista cerveja! Solta os teus cabelos … lança o teu charme … puxa os cantos da boca para cima e segue o teu caminho! Caminha de lado se não tens espaço, vai pedindo “com licença” mas nunca te esqueças dos homens de camisa azul. Os homens de camisa azul são sempre homens atentos … o azul é sempre uma cor que combina com o “creme” … um metro, dois metros … segue em frente, a música está alta e isso vai dar-te confiança … continua, não soltes os cantos da boca. São eles que te fazem ser o que és!

Depressa vai chegar o rio e é sempre bom sentir o seu cheiro. Existem rios verdes, amarelos e até existem rios negros … existem rios de todas as cores mas mesmo que seja um rio a fingir, um rio improvisado, sem dúvida que esse rio fica bem mais bonito se for azul! Porque um homem de camisa azul sempre irá recordar os cantos da tua boca que ficam tão bonitos quando estão lá em cima … uma cadeira, uma almofada, não interessa! O que interessa é que o azul e o creme são sempre cores que ficam na lembrança para um homem de camisa azul!

Reflexos

26.05.17 | Paulo Brites

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Nikon D3200, 18-55mm @ 50mm, f/6.3, 1/160s, ISO 100

Por ai ... | Alentejo | Portugal

 

"Sou o reflexo dos meus erros
A imagem do meus acertos
A tentativa de acertar
O acerto de tentar
O humano de errar
O aprender de observar
O louco de amar
Sou o reflexo dos meus erros
A imagem do meus acertos..."

Valdivino Júnior

Amarela ...

23.05.17 | Paulo Brites

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Nikon D3200, 50-200mm @ 135mm, f/11, 1/400s, ISO 400

Por ai ... | Alentejo | Portugal

 

https://www.youtube.com/watch?v=GOIYXtcEv0k

 

Verde, vermelho … azul, branco, preto … não interessa … porque existem locais, sítios, regressos … existe tudo, mas tudo o que existe e que foi bom é tudo o que deixa saudades e sem dúvida alguma que de todas a cores que mais recordo … é a cor “amarela”! Será que separar as sílabas e escrever “amar-ela” o seu significado contínua igual? Não sei … somente sei que será sempre uma cor presente em mim! Sempre está e estará em mim … a cor “Amarela”.

“Se sou tinta

Tu és tela

Se sou chuva

És aguarela

Se sou sal

És branca areia

Se sou mar

És maré cheia

Se sou céu

És nuvem nele

Se sou estrela

És de encantar

Se sou noite

És luz para ela

Se sou dia

És o luar …” 

Flor de lis - Todas As Ruas do Amor

De que serve ter o mapa se o fim está traçado

19.05.17 | Paulo Brites

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Nikon D3200, 18-55mm @ 18mm, f/4.5, 1/15s, ISO 800

Por ai ... | Alentejo | Portugal

https://www.youtube.com/watch?v=w4ldfmoMoZk

 

De que serve ter o mapa se o fim está traçado

De que serve a terra à vista se o barco está parado

De que serve ter a chave se a porta está aberta

De que servem as palavras se a casa está deserta

 

Aquele era o tempo em que as mãos se fechavam

E nas noites brilhantes as palavras voavam
E eu via que o céu me nascia dos dedos
E a Ursa Maior eram ferros acessos
Marinheiros perdidos em portos distantes
Em bares escondidos em sonhos gigantes
E a cidade vazia da cor do asfalto
E alguém me pedia que cantasse mais alto

Quem me leva os meus fantasmas
Quem me salva desta espada
Quem me diz onde é a estrada

Aquele era o tempo em que as sombras se abriam
Em que homens negavam o que outros erguiam
Eu bebia da vida em goles pequenos
Tropeçava no riso abraçava venenos
De costas voltadas não se vê o futuro
Nem o rumo da bala nem a falha no muro
E alguém me gritava com voz de profeta
Que o caminho se faz entre o alvo e a seta

Pedro Abrunhosa - Quem me leva os meus fantasmas

Mértola 2015

17.05.17 | Paulo Brites

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Nikon D3200, 50-200mm @ 50mm, f/11, 1/400s, ISO 400

Mértola | Alentejo | Portugal

 

Muito perto em termos de data do festival Islâmico em Mértola, fica aqui uma foto minha que foi menção honrosa na revista Nikon Club do Brasil e que foi tirada na edição do referido festival em 2015.

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