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Diz à mãe para migar as sopas ...

Diz à mãe para migar as sopas ...

Bom Ano Novo e bons recomeços

29.12.17 | Paulo Brites

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Todos os finais de ano é a mesma coisa, ano novo vida nova … pessoalmente penso que para definir mudanças e analisar o que somos e o que temos não será necessário chegar ao dia 31 de Dezembro mas verdade é sempre uma boa altura para criação de analogias e metáforas a respeito de “recomeçar”.

Como todas as mudanças elas começam essencialmente em nós, diante dessa oportunidade de mudança em nós próprios originam-se sem dúvida algumas reflexões, entre elas está sempre a tradicional: Veja-se como foi o ano que está a ficar para trás e pense-se como se quer o próximo, como tal mude! Troque! Recomece!

De “recomeço” em “recomeço”, temos criado uma ambição desenfreada de viver sempre uma nova história, de procurar por novas pessoas, de frequentar novos lugares, de criar novos objectivos profissionais. Sem notar, contudo, que viver todos esses anseios sem ter lucidez nas nossas escolhas, não nos trará exactamente o ganho que se procura. Por isso, a pergunta que deveria caber a todos e a cada um antes de qualquer cogitação de recomeço é: o que é que exactamente se quer e procura?

… bem acima de tudo e para não matarmos a possibilidade real de transformação que se pretende, será muito importante aproveitar o que de bom nos aconteceu nos últimos tempos e que muitas vezes não temos a capacidade de perceber tais acontecimentos, portanto o grande inicio desse recomeço não será recomeçar e dar a devida importância ao que temos? Acho que sim! Acho que para além de novos objectivos, de novas metas será muito importante rever se o que temos é por enquanto só metade do que se queria ... e se assim o é, será sempre por ai o ponto de partida para definir os nossos objectivos para o próximo ano, porque se já ou ainda só temos metade então que se lute e se dê prioridade para se conseguir ter tudo!

Todavia... recomeçar é mais do que unicamente superar o que deu errado. É antes, modificar o jeito, o trajecto, a fala, a forma, a maneira. É assumir, é ter acções que façam a diferença.

Como dizia Miguel Torga:

Recomeça...

se puderes

sem angústia

e sem pressa.

E os passos que deres,

nesse caminho duro

do futuro

dá-os em liberdade.

enquanto não alcances

não descanses.

de nenhum fruto queiras só metade.

E, nunca saciado,

Vai colhendo ilusões sucessivas no pomar.

Sempre a sonhar e vendo

o logro da aventura.

És homem, não te esqueças!

Só é tua a loucura

onde, com lucidez, te reconheças.

 

Sim! Vou continuar a ter como meta as metades que me faltam! Só assim faz sentido … Feliz ano novo!

 

Beijinhos ...

Afinal quem é que manda aqui? Vamos mas é alterar essa merda!

27.12.17 | Paulo Brites

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A 30 de Novembro o PS formaliza um contrato de financiamento vulgarmente conhecido como empréstimo, imagine-se em que condições e em que entidade bancária? O Novo Banco!

Esse mesmo empréstimo ao que parece é no valor de 2 milhões de euros, teve como garantias bancárias 1,1 milhão (em imóveis), portanto 55% do valor do mesmo … até aqui tudo bem! Qualquer pessoa individual ou coletiva pode contrair tais empréstimos, para isso, necessita de reunir diversas condições, entre elas a taxa de esforço … e um banco que o queira ou aceite fazer! É de conhecimento público as dificuldades financeiras do Partido Socialista, no entanto, e porque são tudo boas pessoas o Novo Banco confia totalmente em tal instituição … sabe-se lá porquê!?

Como as contas dos partidos políticos são contas sempre muito sérias, honestas, claras … enfim deixo á imaginação de cada um a aplicação de tais adjetivos qualificativos para tais “grupos organizados” e suas contas, ações, movimentos, interesses …

21 dias depois faz-se luz e eis que pelos lados do “hemicirco” é alterada a lei de financiamento dos partidos políticos, que com a época festiva e o espirito natalício quase que passava sem dar nas vistas, tal qual como um criminoso que limpa o local do crime na esperança de não ser apanhado.

Parece que tais trabalhadores exemplares, ao longo do ano civil lá se iam reunindo e afinando a nova lei de forma a que, a mesma chegasse a um ponto de consenso entre as diferentes cores politicas e as suas necessidades. Salientar também que nessa alteração de lei ficou “combinado” que as diferentes propostas não seriam públicas em relação a quem as apresentou! Também aqui é normal neste país esses consensos políticos, é de facto o que mais acontece … mas segundo parece a coisa é tão séria e honesta que nem uma acta é necessário fazer … ou se foram feitas, deverão estar no cofre do “hemicirco” junto com o relatório de Pedrogão por serem consideradas altamente confidenciais …

De entre as muitas alterações propostas, existem algumas que são na verdade bastante claras. O fim do limite das doações (para empresas) e gestão e angariação de fundos, bem como a isenção total de pagamento de IVA nas despesas de tais ilustres organizações.

Quanto á primeira, pergunto eu? Mas afinal quem tem interesse em doar dinheiro a um partido politico? Deve ser do tipo: Coitados estão tão necessitados de dinheiro e são tão boas pessoas que eu vou doar 1 milhão de euros, mas faço-o de forma desinteressada … e eu sou o Pai Natal …

Nota 1:

Na legislação em vigor, os partidos estão limitados a registar 631 mil euros anuais através de ações de angariação de fundos — o que corresponde a 1500 vezes o valor do IAS (Indexante de Apoios Sociais). A partir de agora não há limite… Uma angariação de fundos pode ser uma festa em que se paga bilhete, um concerto, um leilão de obras de arte ou um qualquer ação em que o participante paga sabendo que a receita reverte para um partido. Não confundir com os donativos individuais, que mantêm as restrições de 25 IAS por doador (10,5 mil euros).- Fonte Observador

 

A segunda alteração, enfim, é completamente injusto pagar IVA! Porque raio teríamos agora de pagar mais 23%? Nammm isso não é para nós! Ainda por cima esses gajos das finanças estão a confundir tudo, então para que não exista confusão acabamos com o IVA para o “pessoal” …

Nota 2:

Os partidos já tinham direito a algumas devoluções de IVA: em ações de propaganda “que visem difundir a sua mensagem política ou identidade própria” — segundo a letra da lei em vigor –, mas também em ações de angariação de fundos. Um deputado que integrou o grupo de trabalho diz que se trata apenas de “uma clarificação” porque a Autoridade Tributária não tinha um critério uniforme para avaliar estas devoluções de IVA. Assim, passa a ser tudo.- Fonte Observador

 

“Assim passa a ser tudo” uma frase de um deputado à nação sobre a isenção de IVA … e a saúde, a educação, os bens alimentares de primeira necessidade, a energia … sr deputado tenha vergonha na cara!!!

Tanto o senhor como todos os seus “colegas e camaradas” um pouco de decência fica bem! Se estas alterações são justas e honestas, porque razão foram feitas pela calada? Sem debate público e o pior, sem darem a cara por elas?

De todas as justificações públicas por parte de responsáveis políticos, claramente que existem algumas no mínimo … “engraçadas”:

 

PS -  Autoridade Tributária não tinha um critério uniforme para avaliar estas devoluções de IVA. Assim, passa a ser tudo!

PSDVotamos a favor porque concordamos com tudo!

BENão concordamos, mas votamos a favor (desta vez não são do contra …) podera pimenta no rabo dos outros para nós é refresco.

PCP e PEV – Até parecem que se mudaram para o Largo do Rato de tão caladinhos que estão (finalmente as receitas da festa do Avante estão controladas …)

Quanto ao CDS e PAM, não consigo perceber se estão contra por estarem mesmo contra ou se estão a aproveitar a “coisa” para tentarem uns votosinhos …

 

Ao Prof. Marcelo deixo uma sugestão para logo á “noitinha” … que se faça o que tem que ser feito e se devolva o diploma ao “hemicirco” e no minino se obrigue essa “gentinha toda” a um debate sério sobre o assunto e que se dê a cara, para que o Zé Povinho, no mínimo tenha conhecimento do que é que cada uma das cores políticas diz sobre tal “roubalheira”, “falta de decência” e se alguma semelhança com incentivo à “corrupção” existir é somente pura imaginação …

 

E é assim … depois dos amigos, chegou a hora dos dinheirinhos não é Costinha???

 

Vergonha e falta de decência! (hoje não termino com beijinhos)

 

* foto NET

O tempo, as análises e os balanços ...

26.12.17 | Paulo Brites

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Agora que se aproxima mais um final de ano por norma dizemos que é tempo de balanço, é tempo de análise, é tempo de novos objetivos e novas metas para o ano que se avizinha. Enfim … é tempo de analisar de alguma forma os meses que passamos. Vamos vivendo o nosso “tempo” e damos por nós a dizer: já passou outro Natal, já passou outro ano, já passou outro aniversário …

Na verdade vivemos o ano a pensar, nunca mais é sexta-feira, depois, o fim-de-semana já lá vai e amanhã já é outra vez segunda … estou saturado (a) do frio, do calor … tenho saudades do verão, do inverno … nunca mais chega o fim do mês … as férias que nunca mais chegam … enfim é assim que o “tempo” vai passando.

A perceção do “tempo” é acima de tudo sensorial, essa perceção é estabelecida a partir dos nossos sentidos, é acima de tudo psicológica. Existem momentos em que minutos parecem horas e horas dias, determinados eventos dão a sensação de ocorrerem de uma forma rápida como outros transcorrem de forma bastante lenta. Existe neste processo sempre algo de inconsciente …

Mas afinal o que é o tempo, o seu valor ou para que serve? Para mim o “tempo” é sem margem de dúvida a utilização que fazemos dele sendo certo que a noção de tempo é o ordenar e reconhecer as ocorrências dos eventos percebidos pelos nossos sentidos, por isto será sempre uma total perda de” tempo” olhar para trás!

Quando começamos a fazer o balanço do ano é sempre mau sinal. Nunca ou raramente se atinge os objetivos pré-definidos. É sinal que talvez o nosso ano não tenha sido o melhor. Provavelmente deixamos para trás “coisas” e “momentos” que queríamos ter tido … que não os vivemos da melhor forma ou que por isso ou por aquilo, não foram as nossas melhores opções ou mesmo porque, queremos reviver acontecimentos ou não nos conseguimos desligar deles, mesmo sabendo que os mesmos são irrepetíveis.

Gosto de ir ao passado não para fazer um balanço, mas porque sempre ficou qualquer coisa para trás. Um projeto iniciado que por qualquer motivo foi abandonado ou mesmo porque teve que ser interrompido. Gosto de ir ao passado rever alguns momentos felizes que ficaram na memória … gosto de ir ao passado relembrar quem me acompanhou para saber com quem poderei contar no futuro … mas nunca regresso ao passado com nostalgia, nunca regresso ao passado na esperança de que alguma coisa que nos aconteceu se poderá reviver e ou voltar a ter! Nunca! O que passou teve o seu tempo, teve a sua oportunidade e acima de tudo teve a sua forma e conteúdo, coisas que será impossível alterar, reviver ou ainda o mais estupido, voltar a ter! A fotografia que tirei ontem nunca mais a irei poder tirar! O cigarro que já fumei será impossível voltar a fumar … o vinho que bebi não o poderei voltar a beber … o “amor” que tive nunca se poderá voltar a ter … é assim a vida! Tal como a água do rio que não passa duas vezes pela mesma ponte, também o que se viveu não se volta a viver.

Por isso é importante nunca nos esquecer da importância e do valor do tempo, acima de tudo, saber o seu significado nas mais diversas vertentes … como dizia Vitor Hugo “A vida já é curta, mas nós tornamo-la ainda mais curta, desperdiçando tempo.” Portanto fazer esses balanços da vida e se os mesmos forem realizados de forma nostálgica, são na sua maioria das vezes uma total perda de tempo.

Mais importante do que contar o “tempo” pelo contador chamado relógio ou calendário, é sentir e perceber o seu valor! Para se perceber o valor de um ano, pergunte-se a um estudante que repetiu de ano. Para se perceber o valor de um mês, pergunte-se a uma mãe que prematuramente teve o seu filho. Para se perceber o valor de uma semana, pergunte-se a um editor de uma revista semanal. Para se perceber o valor de uma hora, pergunte-se a um casal de namorados que estão esperando para se encontrar. Para se perceber o valor de um minuto, pergunte-se a alguém que perdeu o avião ou o autocarro. Para perceber o valor de um segundo, pergunte-se a alguém que evitou um acidente. Para se perceber o valor de um milésimo de segundo, pergunte-se a alguém que conquistou uma medalha de ouro nuns Jogos Olímpicos … por ai fora!

 

Sejamos felizes e não se perca tempo com o tempo que já passou e se aproveite da melhor forma, o tempo que está para vir! Assim se queira …

 

Beijinhos

 

* foto Net

Os 4 locais preferidos para consumar a traição

21.12.17 | Paulo Brites

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Este mundo dos estudos, inquéritos e estatística está cada vez mais “engraçado”!

Realizam-se inquéritos e estudos para tudo, principalmente desde que as redes sociais começaram a ocupar o seu lugar no dia-a-dia de toda a gente e pessoas. É certo que a sua maioria não tem qualquer fundamento científico ou mesmo real, são em muitos casos, puras imaginações e divagações de quem os faz.

No entanto não deixam de ser visualizados e em muitos casos até são valorizados. Alguns por interesse próprio outros por pura piada, afinal a vida é feita também de banalidades.

Hoje vi uma notícia de um estudo realizado nos EUA que achei algo de “Engraçado”! Afinal julgo e se a memória não me atraiçoa, foi o primeiro do género que vi …

Claro que vale o que vale, o mesmo será dizer, nem me aquece nem me arrefece, nada trás de valor que me enriqueça de alguma forma. No entanto achei piada a alguns itens desse estudo, principalmente a esse 1 % dos adultérios e traições que se consomem e realizam, imagine-se, numa canoa!

Enfim … achei engraçado de alguma forma e, resolvi divulgar tão “nobre” estudo aqui no “Diz á mãe para migar as sopas …”

Então vamos lá a ele …

 

“Os 4 locais preferidos para consumar a traição

No momento de trair, existem quatro locais que são as principais escolhas dos adúlteros. Fica a conhecer também qual a hora preferida e outros detalhes associados à traição.

Nos filmes é comum associar hotéis e motéis às traições sentimentais. É nestes locais, no que à ficção diz respeito, que os adúlteros consumam a traição. É por lá que vivem as paixões paralelas às relações que mantêm. Mas será que na realidade é mesmo assim? Será esta a escolha de que trai o companheiro? O Ashley Madison, o maior site mundial de relações extraconjugais, realizou um inquérito a quase dois mil utilizadores adúlteros que deram a conhecer diversos pormenores sobre as traições cometidas.

E sim, a ficção copia a realidade!

80% dos adúlteros opta pelo hotel no momento de consumar uma traição. E se estes números podem não surpreender, o mesmo já não se pode dizer dos que se seguem. Em segundo lugar, com 67%, surge o carro. A partir daqui destaca-se o risco que os amantes gostam de correr. 66% consomem a traição na casa do amante. E 49% fazem-no na própria casa. Estes são os quatro locais preferidos. A título de curiosidade, 6% escolhe o avião e 1% gosta de cometer a traição numa canoa!

1% dos adúlteros gosta de consumar a traição numa canoa!

Os amantes que gostam de cometer a traição em casa ou na habitação do amante, têm também os locais preferidos para ter relações sexuais. 91% são mais convencionais e consumam a traição no quarto. Já 54% preferem o sofá. 38% vão para o chuveiro e 26% para a cozinha. Há quem prefira a piscina (16%), cave (15%) ou o quintal (15%).

Os adúlteros revelaram ainda os horários em que as traições ocorrem. 34% dos amantes traem durante a tarde. O início da noite é a opção para 30% dos adúlteros. 16% prefere trair logo pela manhã. 11% escolhe o meio-dia e, por fim, 9% cometem a traição ao final da noite.”

http://www.paraeles.pt/partilha-com-elas/os-4-locais-preferidos-para-consumar-a-traicao/

 

E pronto … depois de se “matematizar” essa coisa dos “carinhos” extra conjugais, fiquei exatamente na mesma em termos de conhecimento e mais-valias para a minha vida …tirando claro, alguns segundos em que me ri ... 

Vou beber um café e degustar um bom pastel de nata …que é sempre mais aprazível do que estar a ler estudos completamente inúteis … eheheheh

 

Beijinhos

e-mails, ligações perigosas e, que venha de lá a revista Sábado

20.12.17 | Paulo Brites

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Até ao momento nunca falei ou expôs a minha opinião sobre o caso dos ditos e-mails …

Tal como nos amores que estão de boa saúde em que ela ou ele lá vão dizendo e pensando que é hoje, tenho a certeza. É hoje que ele(a) vai mudar de vez. Hoje ele(a) vai querer novamente recostar a cabeça no meu ombro, a sussurrar-me baixinho "amo-te". Enfim a eterna esperança que as coisas mudem, que talvez um dia possamos a ser o que eramos … ou melhor, aquilo que nós queríamos que fosse mas que na realidade nunca foi!

O futebol é sem qualquer dúvida a pior das paixões, por isso dizemos: mudamos de camisa, carro, religião, namorada(o) … mas nunca de clube!

Tal como no amor em que a paixão nos cega e nos faz acreditar que a nossa amada(o) é quem sempre sonhei, que tais “pessoas” fazem tudo por amor, inclusive quando nesse amor existe maus tratos, traições e coisa e tal … é sempre por amor! Porque é de mim que gosta!

Bem … eu sou adepto do FC Porto (e do Lusitano de Évora), sim uma das minhas virtudes! Claro está que os benfiquistas e sportinguista não concordarão comigo, irão dizer que isso é um defeito. Tal qual como eu digo em relação às suas “virtudes”!

No entanto por ser adepto de um qualquer clube de futebol não significa que se tenha que ser extremista, radicalista e mais algumas coisas terminadas em “ista” e concordar com todos os actos que o nosso clube tem, diz e pratica.

É reconhecido por todos os isentos clubistas que o interesse do “nosso clube” é o poder! O “poder” controlar as mais diversas entidades e ou associações que fazem partem desse futebol, onde claro está, para além dos aspetos desportivos existem as questões financeiras, as contas bancárias de todos que gravitam á volta desse mesmo “poder” e a capacidade de “alternar” os Euros de conta em conta …

Aquando do caso do Apito Dourado, ninguém me ouviu dizer nada em defesa do FC Porto, porque não concordei e nem concordo com essas “merdas” para se ser campeão. O FC Porto na altura era sem margem para dúvidas a melhor equipa de futebol em Portugal e uma das melhores na Europa. No entanto sempre fui dizendo que essas trapalhadas de bastidores eram praticadas por todos …

Nos últimos anos, reconheço que o SL Benfica foi superior aos demais, porque teve os melhores jogadores e os melhores treinadores …  mas atenção, não sou anjinho! Tal qual um dos nossos maiores produtores de vinhos disse um dia aos seu filhos “da uva também se faz vinho” claro está, que uma grande equipa não se faz somente de jogadores … treinadores … existem sempre fatores “gravitacionais” e “alternes” que ajudam a essa mesma criação e construção.

É claro para todos os que acompanham este caso dos e-mails, o que tudo saiu e sai a público é tudo menos coisas sérias, corretas e que, claramente demonstram a capacidade “merceeira” dos seus “merceeiros”, que se trata sem dúvida nenhuma, de tal coisa igual ou pior ao caso do “Apito Dourado”! É claramente um caso de polícia, um caso de coação, aldrabice, vigarice e corrupção! De salientar que os visados por enquanto nunca negaram a sua existência mas sim tentam virar a “coisa” e chamar criminosos a quem “sacou” tais e-mails.

Quanto a isso só não concordam, aqueles que a sua paixão clubística é tão forte como a paixão amorosa de um homem ou uma mulher que trai e ou mantem uma relação repartida por várias pessoas … mas infelizmente quanto a isso nada se poderá fazer.

Hoje saiu uma “qualquer coisa” tipo “um briefing” de uma das nossas revistas semanais, a revista Sábado, que irá para as bancas amanhã,

“Polícias, políticos, militares e bancos com passwords expostas”

É provavelmente a maior fuga de informação pessoal de que há memória em Portugal: milhares de endereços de emails e as respectivas passwords de funcionários públicos, quadros de bancos, grandes empresas e clubes de futebol estão a circular na Internet em duas gigantescas listas a que a SÁBADO teve acesso. Elas incluem funcionários de várias áreas sensíveis da administração pública: Ministérios, Forças Armadas, Parlamento, Ministério Público, Polícia Judiciária (PJ), juízes, Autoridade Tributária e Comissão Nacional de Eleições. Mas também de bancos, hospitais, transportadoras, sociedades de advogados, empresas do PSI 20 e também de comunicação social. 

Bem, tendo eu a sensação e a ideia de que à volta de todos esses mundos “gravita” muita merda, influencia, interesses e os tal euros que alternam em contas bancárias de muita “série de personagens” completamente sérias e desinteressadas … só direi:

Vamos ter com toda a certeza um ano de 2018 … digamos que … simpático!

Será que finalmente se começará a fazer a tão desejada limpeza necessária para que este país possa seguir em frente? Vou aguardar … sinceramente com muita curiosidade.

Tal qual como aguardo a nova lei para animais em que já se diz que no caso da Águia Vitória não se aplicará porque … "Trata-se de uma deslocação em voo que não está abrangida" como garante o deputado socialista Pedro Delgado Alves.

Por amor da santa eu vou repetir "Trata-se de uma deslocação em voo que não está abrangida" … acho que está tudo dito! Vamos ter com toda a certeza “passarinhos” a substituir os “elefantes” nos circos.

Às vezes penso que ainda há pessoas honestas, sérias e coerentes neste país … mas logo de imediato digo para mim mesmo … Paulo Brites esquece essas merdas, estás errado! 

Vamos entrar em 2018 com muitos casos “simpáticos e engraçados” mas também eles “raríssimos” neste país …

Se o caso dos e-mails onde vão surgindo diariamente novas revelações se transmite à política, justiça, finanças … bancos e seus parceiros, a coisa vai ser linda vai! No entanto sou da opinião que venham elas, sem medo de denunciar todas as “geringonças” que por aqui e acolá se vão fazendo …

 

Beijinhos

 

 

* foto net

O Cante Alentejano, o vinho … e Reguengos de Monsaraz

17.12.17 | Paulo Brites

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“Imaterialidade é tudo aquilo que se sente mas não contém matéria” esta é uma das muitas definições que se poderá dar às coisas “imateriais” da nossa vida, cultura, heranças ou mesmo de nós próprios.

De entre as muitas coisas que a riqueza de ser Alentejano nos dá, existe por exemplo, o Cante! O Cante Alentejano, esse mesmo que a UNESCO imortalizou como património da humanidade.

Compreendo e aliás venero tão nobre “coisa” e muito me apraz ver e viver num Alentejo onde cada vez mais se vêm jovem de todas as idades a dar vida a esta “Imaterialidade Alentejana”.

Dizem as gentes que a memória é por natureza curta, não dá para tudo, não cabe lá tudo. Sim, é verdade! Vivemos num mundo cheio de informação e estímulos, o que vai ficando na memória é, ao que parece, cada vez mais temporário.    

No entanto e como forma de manter essa memória, temos coisas “Imateriais” como o nosso “Cante”. A mim emociona-me quando oiço grupos de homens ou mulheres unidos pela voz, pelas “modas” que retratam as alegres e felizes bem como as duras e tristes histórias que felizmente lá vão passando de boca em boca, sem paradeiro.

Não vou nem quero entrar em muitos detalhes sobre a origem do “Cante” mas quero salientar que na sua génese está acima de tudo a humildade alentejana! O Cante sempre foi a forma que as classes mais desfavorecidas tinham para passar as suas horas de sacrifícios. Neste mesmo Cante é claro que lá está também a corte à sua amada.

As adiafas eram os pontos altos na luta diária do trabalho, as festas e devoções da crença religiosa tinha também a sua importância, no entanto o Cante sempre foi sinónimo de liberdade unificadora.

Depois da jornada de trabalho, nas tabernas (porque os cafés eram para os ricos e eles pouco cantavam), nas ruas, no largo da Aldeia ou da Vila … em qualquer que fosse o local lá se cantava e felizmente se canta … um começa … faz o ponto, por norma a voz mais precisa … depois vem o alto, uma voz mais aguda e por fim o coro.

Mas esse património imaterial está e sempre esteve ligado a outros patrimónios, de entre eles e como já referi “as tabernas”. Sim era essencialmente nas tabernas que mais se cantava!

Por este Alentejo existem ainda muitas tabernas! Tabernas essas que em alguns casos ainda mantêm produção de vinhos em talhas, outras há que sucumbiram ao poder económico e financeiro e, hoje servem vinhos das cooperativas agrícolas embalados em “sacos plásticos” mas que não perderam a sua qualidade.   

Embora Reguengos de Monsaraz (que é a minha terra) não tenha as tradições no Cante Alentejano como por exemplo a margem esquerda do rio Guadiana ou de uma forma geral o Baixo Alentejo mas, sempre foi algo de muito forte, que felizmente existe e se recomenda, porque de facto está vivo e bem vivo …

No entanto, Reguengos de Monsaraz que se auto denominou como a “Capital do Vinho e da Vinha em Portugal”, abandonou por completo no final da década de 1980 início de 1990 as “tabernas” em que esse Cante tinha e continua a ter a sua grande força.

Tínhamos talvez duas dezenas de tabernas nessas décadas (neste momento não existe nenhuma), tabernas essas que com a chegada de mais uns trocados na carteira e a mania “das riquezas”, “vaidosíssimos” e “grandezas” foram totalmente ou parcialmente destruídas. Esse abandono também ele foi político (não teve e continua a não ter capacidade para salvaguardar a nossa identidade).

Deram origem a lojas dos chineses, ou a outras atividades sem qualquer caracterização ou mesmo fundamento. Foi destruído muito do nosso património “material”, património esse que infelizmente não vejo interesse por parte de responsáveis autárquicos em recuperar.

Pergunto eu, então não era suposto na “Capital do Vinho e da Vinha de Portugal” existir espaços (Tabernas e Adegas) em que os seus habitantes e visitantes pudessem degustar de um bom vinho, de um bom petisco, cantar e ouvir um pouco dessa “Imaterialidade Alentejana” que é o Cante?

As riquezas que perduram são aquelas que se instalam num lugar, quer ele seja físico, sensorial ou mesmo na nossa memória. São esses lugares que enchem a alma de um povo, que lhe dão significados e lhe conferem a digna humanidade, a digna profundidade.

Numa terra que já foi de vinho, tabernas e adegas, em que o Cante Alentejano sempre esteve presente, deveríamos olhar um pouco mais para nós próprios, deixar o que fica bem nas “televisões” e bonito nas “selfis” e redirecionar enquanto ainda é tempo (se tal ainda é possível) para aquilo que era a nossa identidade … procuremos mais a imaterialidade das coisas!

Sejamos Cante, vinho e que nunca se perca a memória de um povo, neste caso de uma grande vila que já foi, que por agora, não está a conseguir ser cidade!

 

Beijinhos

Deixem-se dessas merdas e sejamos felizes

16.12.17 | Paulo Brites

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Não sei se é ou não a palavra ou a ideia mais utilizada nas redes sociais, em especial no marasmo (neste caso a desnutrição mental) em que principalmente o facebook caiu. Mas essa treta do “Carpe Diem” em minha opinião já ultrapassou o limite … 

Não me venham com as tretas do “Carpe Diem” desta expressão que todos os dias de uma forma ou de outra lá nos prossegue, que nos obriga a verbalizar que a estamos a seguir, que estamos a sentir tudo com intensidade, que nos obriga a aproveitar todos os minutos como se, caso não o façamos, sejamos as pessoas mais mal-agradecidas do mundo.

Calma, podemos ser só pessoas tranquilas. Nós mergulhamos no mar, lemos livros clássicos, ficção científica ou mesmo daquelas chagas terríveis das trilogias de transformismo e do maravilhoso …para não falar daquela coisa do "Chagas" ... visitamos museus, palácios … vamos a concertos, apreciamos bom vinho e bons petiscos, festejamos com os amigos, vimos exposições e filmes, fazemos desporto (no meu caso, sempre fui mais para o lado do xadrez), apreciamos o pôr-do-sol e a beleza do início da noite …

Agora estar sempre a verbalizar “aproveitar”, “sê feliz”, “vive hoje porque amanhã já cá não estás”, “as pedras no caminho”, os “amigos quando são verdadeiros”, o “amor é isto ou aquilo” … sei lá … mais essas merdas todas em que se utiliza e impinge esse termo em latim sem qualquer piedade e com total veemência... por amor da santa, já chega!

Mas quem é que não quer aproveitar o máximo e apreciar o momento? Carpe Diem? Isso já o fazemos! Bolas, há todo um outro Universo por explorar …

Não me venham com “estórias” de que “enquanto nos contentamos com migalhas, por acreditarmos que é melhor do que o nada, nunca teremos o pão inteiro” ou "Sentimentos são fios intrínsecos e invisíveis que nos ligam ao mundo externo, tendo como principal função aproximar-nos do que nos apetece e afastar-nos daquilo que a nossa própria essência repele." Ou ainda “onde há uma vontade há um caminho” … mas o mais estupido é “A mulher é assim, não precisa de muito, mas o pouco que seja tem de a preencher …”

Bem … uma mulher merece tudo! Tal qual o homem também o merece! É assim que deverá ser a felicidade dos sexos … mas … bem , para que tudo funcione, terá que existir personalidade forte! Terá que existir clareza … terá que existir diretas e, nada dessas merdas de que “coisas grandes são feitas de coisinhas …”

Qual “coisinhas” qual “coisitas” … no amor não existe esses termos! É o mesmo do que dizer: Ainda não encontrei a minha cara metade!

Cara metade? No amor? Nammm … o amor não é feito de metades … o amor é feito de tudo!

Tal como a lua, nós só a apreciamos quando é lua cheia, quando é super lua! Portanto nada de metades … Tal qual aquela velha “estória” da busca do grande amor … é treta! Nós não procuramos o grande amor, nós não queremos um primeiro, um segundo amor, um grande amor … o que nós procuramos e queremos é o ultimo amor! Sim … aquele que não permite a entrada de um qualquer outro amor! Procuramos de facto o “último amor”!

Portanto deixem para lá essas lamechices e essa treta de que estamos bem! De que estou bem! Nunca se estará bem sem um “amor”! Nunca!

Portanto meus amigos e amigas … "Que se eternizem os instantes que se fazem verdadeiros, os gestos preciosos de gentilezas, os sorrisos fabricados na alma e os olhares que traduzem verdade de sentimentos" e que se tenha coragem para dizer: “O que quero é o que é bom, que chegue e que fique!”

Mas atenção, nunca se deve utilizar meios-termos ou mesmo alguns tipos de “sufismos” para tal coisa … deveremos ser sempre diretos! Porque o problema é nunca sabermos o que os outros interpretam das nossas palavras (ou falta delas) e pronto … deixem-se dessas merdas e sejamos felizes!

Beijinhos

 

* Foto Net

 

 

A loucura de uma sombra ou a sombra de um louco?

15.12.17 | Paulo Brites

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Nikon D3200, 50-200mm @ 105mm, f/10, 1/320s, ISO 400

Por ai ... numa das praias algarvias 

 

Donald trump e os seus efeitos …

Depois de tirar esta foto infelizmente a minha máquina nunca mais foi a mesma! Sempre com problemas de auto-focus e dificuldade na medição matricial … para não falar da mensagem que exibe cada vez que a ligo: Não deseja eliminar definitivamente essa sombra?

De tempo a tempo

14.12.17 | Paulo Brites

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Boa tarde pessoas …

Criei sensivelmente há 2 anos o http://paulobritesfotografia.blogs.sapo.pt/  , um blog onde o tema é a fotografia. Durante este tempo fui partilhando as imagens da minha objetiva .

Inicialmente a ideia era partilhar imagens … depois, bem depois como tudo na vida evolui e passei a legendar essas imagens com pequenos textos. A determinada altura adicionei umas músicas como forma de dar vida a essas mesmas imagens que por aqui e acolá fui registando.

A pouco e pouco comecei a “acompanhar” essas imagens com alguns poemas ou pequenos textos escritos por mim mas, como tudo na vida, começou a não fazer sentido tantas “palavras” em conjunto com essas mesmas imagens! 

E assim surge este blog “Diz á mãe para migar as sopas…”! Surge da necessidade de escrever umas “coisas”! “Coisas” essas que não tinham cabimento no http://paulobritesfotografia.blogs.sapo.pt/     e resolvi regressar à ideia inicial, publicar unicamente fotografias no meu outro blog e deixar as palavras para aqui.

No entanto e ao longo desses quase 2 anos acabei por partilhar alguns textos, poemas, “escritos” e desabafos meus. Vou a pouco e pouco transportar para aqui alguns desses meus devaneios e, separar as “águas” nos meus dois blogs …

Para dar início a esta nova fase vou utilizar como mote umas palavras da minha amiga Graça Aguiar, que também ela esteve muito presente no http://paulobritesfotografia.blogs.sapo.pt/

“De tempo a tempo

é preciso mudar o vento

para que a vida

não vire rotina

e se converta

num sucessivo lamento…”

… e pronto recupero e publico aqui umas “palavras” escritas por mim em Julho deste ano, que julgo estarem completamente atuais:

Acorda … a corda!

Porque não há danças, há música

não há arte, há artesanato

não há cultura, há folclore

não há fotografia, há imagens

não há cinema, há imaginação

não há teatro, há representação

não há religião, há superstição

 

Acorda … a corda!

Porque não há distâncias, há querer

não há viagens, há passeios

não há comida, há fome

não há pecado, há personalidade

não há “línguas”, há dialetos

não há céu, há espaço

não há nuvens, há água condensada

não há matemática, há lógica e números

não há medicina, há doença

não há politica, há poder

não há guerra, há armas

não há filosofia, há divagação

não há países, há divisões

 

Acorda … a corda!

Porque não há estradas, há caminhos

não há olhos, há visão

não há ouvidos, há audição

não há barulhos, há sons

não há sonhos, há desejos

não há mágoa, há dor

não há “história”, há passado

não há amores, há complementos

não há atração, há carência

não há beijos, há vontades

não há abraços, há necessidades

não há traições, há infidelidades

não há mentiras, há falta de verdades

não há sexo, há prazeres e orgasmos

 

Acorda … a corda!

Porque não há poetas, há sofrimento

não há livros, há escritores

não há loucuras, há prazeres

não há drogas, há vícios

não há vida, há viver …

e um dia a corda parte e tu nem acordaste!

 

Como começa a ser habitual terminar os meus textos com beijinhos, cá vai …

 

Beijinhos!

 

* Foto Net

Coisas "Raríssimas" II

13.12.17 | Paulo Brites

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Foto - http://www.sabado.pt/portugal/detalhe/secretario-de-estado-confrontado-com-caso-amoroso-com-presidente-da-rarissimas

 

Quem me conhece, sabe bem a minha opinião sobre essas coisas do coiso e tal … coisas do amor!

Claro que cada um de nós tem o seu conceito sobre tal acto tão sincero e tão nobre. Sabemos que o seu significado não é igual para toda a gente, tal como em algumas ciências exatas, poderão existir vários caminhos para se chegar ao algarismo “2” também no amor existem vários caminhos para se chegar e valorizar tão importante sintonia.

Não creio que um amor sincero se possa repartir de igual forma por duas ou três pessoas … amor tem condições irresolúveis, é algo individual … também não creio que se possa “estar bem”, sabendo que o “meu amor” está neste momento num “cafuné” com um outro amor qualquer …

No entanto sei perfeitamente que muita gente pratica tal acto, de abraço em abraço, é uma opção ou melhor uma forma de viver o amor. Para mim como já disse, tal “coisa” só poderá ter um destinatário … não creio que seja possível amar dois homens ou 2 mulheres ao mesmo tempo. Amar é amar! Amar tem condições irresolúveis, amar é singular, amar é partilha … amar é mimar, acariciar … amar é sentir uma individualidade quando se está junto, mas acima de tudo amar é respeitar! Não creio que se possa considerar amor puro quando ele ou ela trai, quando esse amor é partilhado com uma qualquer terceira pessoa (isso chama-se outra coisa)!

Também sei que o “amor”, enfim, o “amor” muitas vezes é interesse! É uma moeda de troca ou um meio para atingir determinados fins, mas a isso, eu não chamo “amor”, chamo “alterne”! Sim, tal coisa tem várias vertentes! O interesse, o dinheiro, o status … a rebeldia … e claro uma forma de ganhar a vida. Não condeno, não discrimino, no entanto por nunca ter praticado tal “amor” não consigo perceber essa forma de estar na vida!

Verdade que gosto muito de histórias de amor, sou lamechas nessas coisas, mesmo nunca tendo vivido ou praticado alguns dessas amores e histórias clandestinas (por opção e respeito a mim próprio e a quem comigo está) sei perfeitamente como se fazem, como se vivem, como e porque acontecem … mas como se diz no Alentejo … por amor da Santa, ter um amor clandestino que é financiado pelo Estado não se perderá um nadinha o romance?

Deverá ser qualquer coisa como isso: Querida vamos para o Brasil “dar umas” … trás o cartão de crédito da instituição que depois eu saco uns trocados ao Estado para comprares umas “merdas” quaisquer …   e diz ela, ó homem o que faço ao meu “marido”? Querida deixa-o a trabalhar com a “secretária” dele, afinal ela até “dá umas bem boas …”

E pronto … se isso é amor, vou ali à praia do Meco e apanho o comboio intercidades para Bragança!

No entanto sou da opinião que tais acontecimentos não deverão ser tornados públicos! Mesmo tendo conhecimento desses “amores”, eles somente aos intervenientes dizem respeito!

No caso especifico das coisas “raríssimas” que acontecem neste país, também essas coisas das traições e dos amores clandestinos são coisas “raríssimas” que acontecem!

Quando se faz um excelente trabalho de investigação na área do jornalismo, que foi o caso, esse mesmo trabalho perde a sua “excelência” quando se começa a divulgar essas “merdas” dos amores clandestinos … a não ser clara está, se no meio de tais acontecimentos os investigadores ou investigadoras de alguma forma se sentem traídos com tais descobertas!

Será o caso? Ou foi mesmo uma falta de ética profissional e pessoal? Não sei … só sei que para tudo existe um limite e, creio que esse limite foi ultrapassado no “raríssimas”… o caso de um amor clandestino financiado pelo Estado!

Como dizia a personagem criada pelo Herman José, o famoso diácono Remédios, não havia necessidade! A merda já era muita …

 

Beijinhos e abraço …

Coisas "Raríssimas"

12.12.17 | Paulo Brites

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Imagem - Net

 

 

Há dias atrás por intermédio de uma amiga no facebook fiquei um pouco mais enriquecido em termos de conhecimento da origem de algumas palavras e termos do português, neste caso desconhecia por completo a origem de tal termo – Larápios.

Não irei aqui partilhar o post que a Sara partilhou, irei somente deixar a ideia e o essencial, que é o seguinte:

Lucius Antonius Rufus Appius foi um Pretor de Roma, assinava as suas sentenças como L.A.R. Apius, mas o dito romano era tão “boa pessoa” como Pretor (no caso dele Juiz) sério, honesto e imparcial que ao invés que “julgar” as sentenças de um modo isento, preferia vende-las a quem melhor pudesse paga-las, como tal o povo começou a usar a palavra “larapius” como sinónimo de pessoa desonesta, ladrão ou gatuno.

No português atual “Larapius” deu origem ao termo “Larápio” mantendo exatamente o mesmo significado!    

Fui pesquisar um pouco mais sobre o que era um “Pretor” na antiga Roma, de entre muitas definições que encontrei achei a da wikipédia a mais simples para definir tal figura:

Pretor (em latim: Praetor) era um dos títulos concedidos pelo governo da Roma Antiga a homens que atuavam em duas diferentes funções oficiais: comandante de um exército (já em campanha ou, muito raramente, antes dela) ou um magistrado eleito para realizar diversas funções (que variaram em diferentes períodos da história de Roma). As funções desta magistratura, chamada "praetura" ("pretorado") são descritas pelos diversos adjetivos[nota 1]: o poder pretorial ("praetoria postestas"), a autoridade pretorial ("praetorium imperium") e a lei pretorial ("praetorium ius"), os precedentes legais estabelecidos pelos pretores. "Pretório" ("praetorium") é um substantivo que denota o local a partir do qual o pretor exercia sua autoridade, seja o quartel-general de seu castro, o tribunal onde se reunia seu judiciário ou a sede de seu governo provincial.”  - https://pt.wikipedia.org/wiki/Pretor

Bem … até aqui tudo bem. Sempre existiu e existirá “títulos”, quer seja numa República, numa Monarquia … ou qualquer coisa do tipo!

Não quero nem posso alterar a forma jurídica e governativa como hoje é conhecido este maravilhoso território pertencente á Península Ibérica a que se chama Portugal, mas de facto deixo aqui uma sugestão! Em vez de “República Portuguesa” o melhor seria começar a chamar a isto “Pretorado Português”! Sei lá … parece-me mais adequado e mais próprio ao que neste país vai acontecendo … o mesmo direi da alteração do termo “hemiciclo” para “Pretório” …

Não irei falar do que já se passou … não irei falar do que já nos aconteceu … mas que facto acontecem coisas neste “Pretorado” que não lembra a ninguém! Coisas raras!

Por falar em coisas raras (acontecimentos), deixo aqui também o seu significado. “Raro” é um adjetivo (do Latim rarus) que significa que não é comum, não é abundante, não é frequente! No entanto o advérbio de “Raro” é “raramente” mas o seu superlativo é “raríssimo”. Uma forma simples de utilizar esse superlativo de “raro” é por exemplo:  “O fenômeno que aconteceu é raríssimo”…

Coisas raras que vão acontecendo como por exemplo (neste caso o ultimo conhecido), o da amiguinha “Paula Brito e Costa” que para além de aprender depressa como se deveria movimentar neste “Pretorado” teve a magnífica ideia de utilizar uma analogia para dar nome ao seu projeto, chamando-lhe “Raríssima” …

Pois bem … logo desde o seu início (deixo de fora o seu filho, porque com isso não se brinca) foi ter com a nossa “Madrinha” Maria Cavaco Silva, para dar inicio a tal atividade raríssima neste Pais.

Depois … bem depois começa uma rede de amizades politicas que passam por Secretários de Estado, Ministros, Banqueiros, Santa Casa da Misericórdia … enfim coiso e tal e tal e coiso …

Claro todos eles e elas para darem “colaboração técnica na área de organização e serviços de saúde” como era o caso do sr. Manuel Delgado atual ex-secretário de estado da saúde (parece que se demitiu hoje), sempre deram essa colaboração de forma completamente desinteressada … tal qual a senhora deputada do PS Sónia Fertuzinhos, segundo consta foi em visita de trabalho à Suécia fazer sei lá o quê com as despesas pagas pela mesma “raríssima” (coisa que também é raro neste país, pagar viagens)!

O engraçado é que a “raríssima” … e claro para que tudo funcione é uma IPSS, também uma pura coincidência (somente isso) essa mesma deputada do PS é somente esposa do sr. Ministro Vieira da Silva, o Ministro que tutela o Ministério da Segurança Social … essa “coisa” que um dia, um Primeiro-ministro na época (Passos Coelho) teve a frontalidade de dizer, “não pagava a segurança social porque não sabia que era obrigatório” … enfim, afinal ninguém é obrigado a saber tudo … tal qual como o sr Ministro não é obrigado a saber quem paga as viagens à sua esposa, porque ela ia em trabalho e não numa qualquer visita matrimonial …

Que coisas “raríssimas” acontecem neste nosso País … aí Marcelo, Marcelo … ainda tu dizes que não devia ser “necessário haver denúncias para o Estado saber o que se passa nestas instituições”? Pois não devia não … porque elas são sem margem de dúvida “RARISSIMAS” …

Vou terminar como comecei … dos romanos que começaram a utilizar o termo “Larapius” até ao “Pretorado” da República Portuguesa, só passaram 2.000 anos … mas está cá tudo!

Kostinha o segundo semestre de 2017 não está fácil … só pergunto, até onde isto vai chegar?

E o sr Ministro? Contínua com condições politicas para exercer a sua função?

Com tantos Lucius Antonius Rufus Appius (L.A.R. Apius) nem sei como nós ainda conseguimos viver neste Pretorado …

 

Beijinhos …

Tudo em família

08.12.17 | Paulo Brites

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Foto net

 

 

Ora boa tarde … hoje estou meio lamechas, também tenho direito a isso, não?!

Era para escrever um pouco sobre um fruto! Sim, era para escrever sobre a Romã! Um fruto que aquela coisa a quem chamam de Trump desconhece por completo! Um fruto que sempre foi venerado e continua a ser por todas as religiões … por todos os povos e, julgo que por todas as pessoas. Um fruto que representa desde muitos séculos o amor, a fertilidade … a mulher!

Como escreveu um dia Aguinaldo Ribeiro:

O amor e a romã se confundem na cor,

O doce amargo da fruta,

E amargo doce do amor,

Será tudo a romã,

Ou tudo será o amor!

 

A Romã tem uma particularidade, nunca nos engana! Quer ela seja grande, pequena, pesada ou mais leve … tem sempre o mesmo número de bagos, 613! É provavelmente o que de mais sincero existe no mundo! 

Um dia desses (quando voltar a estar lamechas) irei escrever um pouco mais sobre essa maravilha da natureza, essa maravilha chamada “Romã”.

Por agora e o que me fez mudar de opinião sobre o que escrever foi outra coisa! Coisa essa que nada tem a ver com a romã! Porque “ela” é sempre fiel e sabemos exatamente com o que podemos contar, 613 bagos … no entanto existe um Português que se tem mantido fiel às suas palavras e aos seu actos, concordando ou não com ele. Falo de Paulo de Morais! Esse mesmo que já foi candidato à Presidência da Republica!

Na minha normal “passagem” pelo Facebook, deparo-me com uma partilha de uma amiga minha que me chamou à atenção! Ela partilhou de um outro amigo, amigo esse que não se referiu (talvez por lapso, esquecimento ou desconhecimento) ao autor desse texto.

Como é aconselhável e porque todos nós sabemos que nem tudo o que é partilhado nas redes sociais é credível e verdadeiro, resolvi pesquisar um pouco e, após algumas tentativas lá consegui chegar ao seu autor! Sim, Paulo de Morais, num artigo de opinião publicado a 24 de Julho deste ano no JN.

Depois de ler tal artigo, resolvi não escrever sobre a “Romã” (farei em breve, num outro qualquer momento lamechas) e publicar aqui no “Diz à Mãe para migar as sopas …” este magnifico texto de opinião, escrito por tão ilustre Português e que passo a descrever na íntegra para o caso (como era o meu) não ter na altura lido e, sou da opinião que todos os portugueses deveriam ler … então cá vai …

 

Tudo em família.

O novo secretário de Estado António Mendonça Mendes é irmão da deputada e dirigente máxima socialista Ana Catarina Mendes. Esta, por sua vez, é casada com o antigo ministro Paulo Pedroso. Uma ligação excecional na política portuguesa? Infelizmente, não. Este absurdo é o corolário lógico dum sistema político dominado por laços familiares.

No Governo, Parlamento e na alta administração pública, estamos cheios de casados, primos e cunhados. O ministro Eduardo Cabrita é casado com Ana Paula Vitorino, que também integra o Governo. Já a secretária de Estado adjunta de António Costa, Mariana Vieira da Silva, é filha de outro Vieira da Silva, o ministro da Segurança Social. A titular da Justiça, Van Dunem, é casada com o ex-administrador da Caixa Geral de Depósitos, Eduardo Paz Ferreira. A ministra da Administração Interna, Constança Urbano de Sousa, é filha de Alfredo José de Sousa, ex-provedor de Justiça. Ainda no atual Executivo, temos o secretário de Estado Waldemar de Oliveira Martins que é filho de Guilherme Oliveira Martins, ex-presidente do Tribunal de Contas e atual presidente do Conselho Fiscal da Caixa; este, por sua vez, é cunhado de Margarida Salema, que preside à Entidade das Contas e Financiamentos Políticos; esta é irmã da deputada Helena Roseta, casada com o ex-ministro Pedro Roseta, que é cunhado do também ex-ministro António Capucho. Elisa Ferreira, administradora do Banco de Portugal, é casada com Freire de Sousa que preside à Comissão de Coordenação do Norte.

No Parlamento, também os cargos políticos se congeminam no lar. O exemplo familiar mais exótico nos dias de hoje é constituído pelas gémeas Mariana e Joana Mortágua; o mais romântico será constituído pelo casal de deputados Teresa Anjinho e Ricardo Leite. Na Assembleia da República, cruzaram-se, ao longo dos últimos anos, mais familiares do que numa ceia de Natal: Luís Menezes, filho de Luís Filipe Menezes, Nuno Encarnação, filho do ex-ministro Carlos Encarnação, todos do PSD; e os deputados Candal, pai Carlos e filho Afonso, ambos do PS; a que se juntam Paulo Mota Pinto, filho do anterior primeiro-ministro Mota Pinto e da ex-provedora da Santa Casa da Misericórdia, Fernanda Mota Pinto; Clara Marques Mendes, deputada, é filha e irmã de dois outros Marques Mendes, António e Luís. António foi eurodeputado, Luís ministro e líder parlamentar; Teresa Alegre Portugal era deputada na mesma bancada do seu irmão, o histórico dirigente socialista Manuel Alegre.

A consanguinidade reina no... reino político. Paulo Portas, ex-ministro e líder do CDS, é primo do todo-poderoso socialista Jorge Coelho. O ex-secretário de Estado de Passos Coelho, João Taborda da Gama, é filho do socialista Jaime Gama, antigo presidente do Parlamento. António Campos, ex-ministro, é pai de Paulo Campos, deputado. O ex-ministro das Finanças Vítor Gaspar é primo do Conselheiro de Estado Francisco Louçã. E este é cunhado de Correia de Campos, presidente do Conselho Económico e Social e ex-ministro da Saúde. A histórica presidente do Partido Socialista e ex-ministra dos governos de Guterres, Maria de Belém Roseira, é tia de Luísa Roseira, membro da Entidade Reguladora para a Comunicação Social.

Esta é uma lista interminável que se inscreve numa tradição que transitou do antigo regime. E que se manteve, transpondo - e suplantando até - a Revolução de Abril. O ex-ministro da Cultura Manuel Maria Carrilho é filho de um governador civil de Viseu, nomeado pelo Governo de Salazar. O presidente de Assembleia Constituinte da jovem democracia de Abril, Henrique de Barros, era cunhado do último chefe do Governo do velho fascismo, Marcelo Caetano. Em sua homenagem, o atual presidente da República herdou-lhe o nome. Marcelo Rebelo de Sousa é, ele próprio, filho de um ministro do Ultramar de Caetano.

E é neste quadro de sucessão dinástica que Portugal, uma arruinada República, mantém uma Corte decrépita, dominada por umas poucas dezenas de famílias que estão agarradas ao poder público e às benesses que este proporciona. Para aceder ao poder, não será necessário grande consistência política ou ideológica ou sequer sentido de interesse público. Em primeiro lugar, o que prevalece, são os laços de sangue.

PRESIDENTE DA FRENTE CÍVICA

Paulo De Morais, 24 Julho 2017 in – Jornal de noticias

https://www.jn.pt/opiniao/convidados/interior/tudo-em-familia-8658082.html

 

 

E pronto foi isso que me fez não escrever sobre a “Romã”!

Beijinhos e abraços para todos … já agora bom resto de feriado!

 

Vai um tinto da talha sr. Ministro?

06.12.17 | Paulo Brites

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Imagem retirada da net - http://vinhodetalha.vinhosdoalentejo.pt/

 

 

Desculpem lá, não sei se estavam ocupados …

Estou para aqui a meditar sobre o que fazer às minhas videiras, sim aqueles arbustos que em tempos que já lá vão até serviam para fazer sombra à porta da rua, eram na altura as melhores trepadeiras que “haviam” no nosso pais.

Eram coisas que em Outubro davam umas bolinhas e com elas fazíamos as penduras para que no natal e ano novo pudéssemos ter uma frutinha qualquer …

Por falar nisso, é claro que também metíamos essas bolinhas numas coisas assim a modos de “ânfora” sim, mas como quem manda cá somos nós, não lhe chamamos “dolias” e para teimoso, teimoso e meio, passamos a chamar-lhe “talhas”.

Talhas porque sempre veneramos tão belo néctar que essas bolinhas produzem e porque sempre fomos educados, não iriamos chamar de “Jarro”, afinal o jarro transporta-se e não seria de bom-tom colocar esta maravilhosa bimby romana em cima da mesa. Primeiro porque é grande demais, segundo, porque em cima da mesa metemos os copos! Terceiro, porque “talha” era e continua a ser sinónimo de imposto, sim, imposto a pagar pelos vassalos aos seus senhores …

Felizmente que o tempo dos romanos e do feudalismo já lá vai … no entanto faz sentido continuar a utilizar o termo “Vinho da Talha” e não “Vinho da Dolia”, porque o “talhanço” continua vivo e bem vivo e, à conta desse “talhanço” lá criamos um novo “talhador-mor”.

De salientar que as ditas talhas não eram somente para o maravilhoso néctar, era também utilizada para cereais e azeitonas por exemplo, mas no caso especifico quero salientar acima de tudo as suas características para o vinho!

A bela vila da Vidigueira pretende que esse método de fazer vinho seja contemplado como património da humanidade, causa essa que eu abraço e saúdo vineamente, para mais que agora conseguimos dar a volta aos vikings, germanos, gauleses … e finalmente os homens perceberam que o macho latino tem de facto os melhores princípios … sim, vinho, mulheres e coiso e tal e tal e coiso e que fazem deles um bom organizador para se continuar a “talhar” os vassalos deste mundo.

Não sei como será o trabalho desenvolvido por este novo “talhador” mas sei que pelo menos é de origem latina, sei que é do sul da europa e como tal, acredito que possa mostrar e demonstrar a esses “pãezinhos sem sal” que afinal talvez seja possível viver de forma feliz, cantando, bebendo e namorando junto de uma boa “talha” ao invés de viver de frente a uma montra onde se vendem “mulheres” … sim, porque por cá para além de vassalos, também temos que ser “românticos” … temos que trabalhar e muito, para “dar a volta” a uma mulher, portuguesa é claro (coisa que vocês nórdicos não sabem o que é!) e é claro que um bom vinho sempre ajuda!

Vamos esperar que o Drº consiga encontrar uma forma simpática de “talhar” os nossos rendimentos e nos possa dar algum conforto, alegria e bem-estar … e não mais do mesmo, crise e mais crise …!

Eu acredito nas capacidades dos “tugas” para mais, temos alguns casos recentes de sucesso, por exemplo, o nosso secretário-geral que depois de ter assumido as suas funções terminaram todas as guerras do mundo. Temos também exemplos dentro de casa, o fim dos “trabalhadores” que foi o maior milagre do “acórdão” feito pelo Kostinha com os seus suportes, que no lugar de os acordar mete-os a dormir … mas acredito que irão acordar durante o próximo ano eheheheh …

E pronto amigo Centeno, vê lá o que fazes e não “talhes” mais nas talhas, porque nós queremos ter também o proveito e não somente a fama, para isso necessitamos de algum “talhar” nos nossos sacrifícios.

Desculpa só agora te enviar e te desejar boa sorte, tenho estado tentando (sempre gostei do gerúndio) acertar com bolinhas de papel no cesto do lixo e eu … sou ruim de mira!

Beijinhos “tugas” para as amigas nórdicas e um abraço para os “talhados” dessa europa e, pronto … porque fica sempre bem, boa sorte e um abraço para ti novo “talhador-mor” …

Já agora, quando quiseres beber um bom tinto da talha diz qualquer coisita! Não deixo aqui o meu contacto mas como chefe do ministério que nos “talha” é muito fácil de o obteres.  

Não quero também deixar de enviar um abraço ao Baco e claro um beijinho grande à Afrodite!  

 

Beijinhos …

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