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Diz à mãe para migar as sopas ...

Diz à mãe para migar as sopas ...

Uma fotografia, uma música – parte XII - Ed Sheeran – Photograph

26.08.18 | Paulo Brites

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Nikon D3200, 50-200mm @ 50mm, f/9, 1/320s, ISO 100

 

https://www.youtube.com/watch?v=SOj8sk9L-CM 

 

Loving can hurt

Loving can hurt sometimes

But it's the only thing that I know

And when it gets hard

You know it can get hard sometimes

It is the only thing that makes us feel alive

 

We keep this love in a photograph

We made these memories for ourselves

Where our eyes are never closing

Hearts were never broken

And time's forever frozen still

 

So you can keep me inside the pocket

Of your ripped jeans

Holding me close until our eyes meet

You won't ever be alone

Wait for me to come home

 

Loving can heal

Loving can mend your soul

And it's the only thing that I know

I swear it will get easier

Remember that with every piece of you

And it's the only thing we take with us when we die

 

We keep this love in a photograph

We made these memories for ourselves

Where our eyes are never closing

Our hearts were never broken

And time's forever frozen still

 

So you can keep me inside the pocket

Of your ripped jeans

Holding me close until our eyes meet

You won't ever be alone

And if you hurt me that's okay baby

Only words bleed

Inside these pages you just hold me

And I won't ever let you go

Wait for me to come home

 

Oh you can fit me

Inside the necklace you got

When you were sixteen

Next to your heartbeat where I should be

Keep it deep within your soul

 

And if you hurt me

Well that's okay baby

Only words bleed

Inside these pages you just hold me

And I won't ever let you go

 

When I'm away

I will remember how you kissed me

Under the lamppost back on 6th street

Hearing you whisper through the phone

Wait for me to come home

 

Ed Sheeran – Photograph

O comboio da rentrée politica, igualdade, falta de vergonha e respeito por todos nós!

26.08.18 | Paulo Brites

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Finalmente uma boa notícia! O famoso comboio fretado pelo PS e que levou a CP a assumir por escrito que iria provocar atrasos nos comboios regulares (que claramente mostra a existência de portugueses de 1ª e 2ª … vá, 3ª e 4ª também) devido há existência de interesses claramente “vipeiros”, oportunistas, abuso de poder e outras “cosas notras”, parece que está a andar sobre linhas! Sim, parece que afinal os nossos “quimboios” até funcionam em termos do cumprimento de horários. Aliás nada me surpreende se um comum português, depois de saber que a CP até consegue cumprir, quando necessitar de realizar uma qualquer viagem, solicite também à dita empresa pública, um comboio só para ele, afinal somos todos iguais em termos de direitos e deveres, a única diferença é que uns são mais que outros, só isso!

 

Se estou em desacordo com o PS fretar um comboio para oferecer viagens aos seus simpatizantes e militantes? Claro que não! Até concordo! Mas (existe sempre um mas) se tal organização pagasse impostos como qualquer cidadão ou empresa … mas se tal comboio tivesse que se “encaixar” na disponibilidade de circulação … mas se em primeiro lugar a preocupação fosse o não provocar atrasos em quem viagem todos os dias … mas se os políticos fossem os primeiros a dar o exemplo … mas se os comboios tivessem a funcionar normalmente por todo o pais … mas se existisse uma boa ligação com passagem pelo Alentejo … mas se este comboio não fosse discriminatório e partisse de Faro (sim porque também existem interessados a sul do tejo digo eu! Ok, são poucos eleitores, não vale a pena o investimento) … mas se o nosso Primeiro-ministro tivesse vergonha na cara … mas se eu não acabar de enumerar motivos nunca mais termino este texto!   

 

Por falar em portugueses de 1ª, 2ª … 3ª, 4ª … também parece que vamos dar continuidade aos vários níveis de alertas, proteção, discriminação e mais uns não sei quantos “çãos” quando de IRS, impostos e coisas afim se trata!

 

Ao invés de se criar condições profissionais, estruturais e de desenvolvimento, que sejam aliciantes para o regresso dos nossos emigrantes “qualificados” porque os outros não têm interesse (até aqui mostra portugueses de 1ª, 2ª …3ª, 4ª) e que foram obrigados a emigrar devido às loucuras, eu disse loucuras? Queria dizer corrupção desculpem! De uns camaradas do nosso Costinha & Companhia (da direita à esquerda e da esquerda à direita), agora parece que lhe vamos perdoar 50 % do IRS se tal regresso acontecer - Risos!!! Nada tenho contra os nossos imigrantes no entanto a falta de respeito para com todos os portugueses é por demais evidente e o princípio da igualdade é claramente violado!

 

Agora dizem vocês, mas precisamos de mão-de-obra qualificada! Claro que sim! Mas onde os vamos empregar? Num qualquer ministério como consultores? E se desses emigrantes, alguns que regressem forem por exemplo professores? Enfermeiros? E tantas outras profissões que têm as suas carreiras congeladas … irão ficar a ganhar mais do que os restantes que não emigraram? É isso a que se chama justiça social e tributária?

 

Senhores políticos tenham vergonha na cara!

 

 

Beijinhos e abraços …

 

* Foto - O Observador

 

Afinal qual é a novidade em Pedrogão Grande? Corrupção? A novidade era se não houvesse!

23.08.18 | Paulo Brites

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Não sou muito de publicar textos na integra que não sejam meus, já o fiz por 3 vezes, sim já por 3 vezes publiquei textos que me chamaram a atenção por este ou por aquele motivo. Claro que sempre com as devidas citações do seu autor. Um foi um texto de uma amiga, sobre a falta de respeito e a total conivência dos nossos políticos e autoridades face ao plantio intensivo de oliveiras no Alentejo e a forma como estão a ser realizadas e fiscalizadas. Um outro texto que partilhei na integra foi de uma colega de Blog e sobre uma aventura no masterchef. Como infelizmente fiz parte dessa aventura e, o texto relatava com muita classe os acontecimentos que se passaram e que foram por mim vividos, por isso publiquei. O 3º texto foi um artigo de opinião do ex candidato a presidente de república Paulo Morais. Foi um texto completíssimo sobre as cunhas e os amigos na politica, esposas, maridos, filhos, sobrinhos … enfim o compadrio normal dos nossos governantes.

 

Diz o povo que não há 2 sem 3. Neste caso direi que não há 3 sem 4 e vou publicar na integra um belo texto em que de uma forma direta, simples e muito bem escrita, relata o que se passa em Pedrogão Grande. O texto é de Zé Pedro Silva e daqui lhe envio um abraço de parabéns pelas palavras que escreveu!

 

E pronto é isso! Beijinhos a todos …

   

“Estou a tentar ficar chocado com a reportagem da TVI sobre Pedrógão mas não consigo. Aquilo não me consegue surpreender. Aquilo somos nós. Estamos nas redes sociais a dizer “ah, pois, como é que é possível, nem acredito”, mas depois estamos à espera que um táxi nos bata por trás para podermos consertar a grelha da frente.

 

A esmagadora maioria das pessoas que está chocada faria o mesmo. Seria cúmplice. Mudava a morada. Arranjava o galinheiro. Eu disse galinheiro? Queria dizer habitação própria permanente. Desculpem. Não vale a pena armarmo-nos em finlandeses, porque eles são todos altíssimos.

 

A culpa, porém, não é das pessoas, porque as pessoas, as mesmas pessoas, funcionam bem noutras paragens. A culpa é do Estado, que é um complicado que complica. Podia ser um complicado que não fazia nada. São os melhores complicados.

 

Portugal, do ponto de vista administrativo, só sabe atirar com milhões e formulários. Quando há um problema - que geralmente também é responsabilidade do Estado - manda-se milhões de euros e de formulários para preencher. Agora ardeu Monchique e o ministro já disse que já chegaram os milhões aos agricultores. Lá está, os milhões. Sempre os milhões. Também já devem ter ido os formulários. Depois é evidente que aquele tractor que não funcionava vai por magia e retroactivamente passar a funcionar como novo. E acho bem que o senhor agricultor meta o tractor que era sucata a funcionar, no tal formulário. O agricultor ao lado não mete o tractor porque é muito sério e acha que não é correcto estar a dizer que o tractor não funcionava. Já agora também pode pagar uma contribuição ao Estado por lhe ter incinerado a sucata.

 

Não sei o que se passou em Pedrógão, mas calculo que não tenha sido nada de especial e de inédito. Pessoas que conhecem pessoas meteram cunhas. Aldrabaram-se formulários. Ninguém sabe dos milhões. Onde é que está a notícia? Digam-me, onde é que está a notícia e como é que se conseguiram escandalizar com isto?” - Zé Pedro Silva

 

* Foto DN

 

Beijinhos eleitores lindos e não se esqueçam de meter a cruz!

23.08.18 | Paulo Brites

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“Desconfio, visceralmente, dos políticos e dos militares. O desejo de servir os outros será assim tão puro? Vejo a forma como lutam pelo poder, quase histérica. Nunca estão perto de nós, servimos para votar e, nos intervalos, com extrema arrogância, falam em nosso nome.” São palavras de António Lobo Antunes e com as quais me identifico totalmente.

 

Parece que o Regulamento Geral de Proteção de dados encaixa na perfeição há (é mesmo de haver, não é erro) velha história das subvenções vitalícias dos nossos queridos e amigos políticos … enfim nada de novo! Da direita à esquerda essa coisa das subvenções encaixa perfeitamente! Já lá vão uns anitos, foi em 1985 que uns simpáticos e preocupados políticos inventaram tal mordomia financeira para si e para os seus. Agora e porque a transparência é e sempre foi uma das virtudes dessa classe (não sei se lhes chame profissional … ou qualquer coisa do tipo) o novo RGPD calha tão bem!    

Sei lá, acontecem coisas super engraçadas! Claro que não temos culpa de nada dizem eles. São cabalas e invenções do povo e dos que passam a vida a criticar quem trabalha! Tal como ouvir da voz do presidente da Assembleia da Republica que basta a palavra de honra para atestar a residência de um deputado … é quase o mesmo que acreditar que Salazar era um bom homem e a sua política era excelente para os portugueses!

Agora já nem podemos saber quem e quanto ganham esses homezinhos nessas subvenções … enfim, palavras para quê? Afinal não é quem rouba que está mal, quem está mal é quem quer saber quem rouba! Portanto nada de coscuvilhices!

 

O verão está a meio e felizmente segundo o nosso amigalhaço Costinha diz (sempre gostei da palavra amigalhaço, faz lembrar quando ia ao circo e chamava o palhaço de amigo), o verão está correr às mil maravilhas! Ainda não morreu nenhum português e o que aconteceu em Monchique foi a exceção à normalidade deste ano. O mais grave não é o cidadão Costinha dizer isso, o que é grave é o Primeiro-ministro de Portugal gozar e chamar de otários a todos os portugueses e o pior ainda, é os portugueses que defendem e aplaudem tamanhas barbaridades e faltas de carater de certas pessoas (felizmente ainda existe alguns que merecem respeito, mas poucos). Pessoas essas que deveriam acima de tudo serem respeitadas … mas não! Se não se respeitam a eles próprios como querem o respeito dos outros?

 

Como não há incêndios (ardeu tudo no ano passado) temos já por ai o início das hostilidades para o ano de 2019 e as suas eleições. Um grupo de betos, resolve ir fazer uma viagem de comboio, tipo Erasmus … chama uns jornalistazitos para os acompanhar e pronto! Começam por dizer que o povo merece mais e que os comboios não tem qualidade nenhuma … depois … passam um atestado de incompetência a eles próprios, aos políticos, ao dizerem que existe espaço para privatizar o sector. Afinal parece que o Estado (que é gerido por eles) não tem capacidade para gerir e meter os comboios a funcionar … até ai eles têm razão! Se privados tomassem conta disso, de imediato despediam uma cambada de nomeados que com chorudos vencimentos e total falta de capacidade por lá andam!

 

Mas será que o Estado não consegue gerir nada? Mau … sei que os interesses são sempre os mesmos, uns amigos e coiso e tal … enfim, merdas que sabemos há muito, muito tempo!

 

Estou curioso com a chegada do outono e assistir à palhaçada das campanhas eleitorais que se irão realizar em 2019 … pelo que vejo e ouço a comédia vai ser interessante!

 

Beijinhos eleitores lindos e não se esqueçam de meter a cruz! E já agora … não se esqueçam que até às eleições nós gostamos muito de vocês!

 

Um abraço e que me desculpem o meu mau feitio, afinal só deverei ser eu e o António Lobo Antunes que têm essa opinião!

 

* Foto Google

Uma fotografia, uma música – parte XII - Maria Bethânia - Meu amor é marinheiro

21.08.18 | Paulo Brites

DSC_5979 - paulobritesfotografia.blogs.sapo.pt

Nikon D3200, 18-55mm @ 18mm, f/6.3, 1/250s, ISO 100

 

https://www.youtube.com/watch?v=xrvRd3E_Xkg 

 

Meu amor é marinheiro

e mora no alto mar

seus braços são como o vento

ninguém os pode amarrar.

 

Quando chega à minha beira

todo o meu sangue é um rio

onde o meu amor aporta

seu coração - um navio.

 

Meu amor disse que eu tinha

na boca um gosto a saudade

e uns cabelos onde nascem

os ventos e a liberdade.

 

Meu amor é marinheiro

quando chega à minha beira

acende um cravo na boca

e canta desta maneira.

 

Eu vivo lá longe, longe

onde passam os navios

mas um dia hei-de voltar

às águas dos nossos rios.

 

Hei-de passar nas cidades

como o vento nas areias

e abrir todas as janelas

e abrir todas as cadeias.

 

Assim falou meu amor

assim falou-me ele um dia

desde então eu vivo à espera

que volte como dizia.

 

Manuel Alegre

Uma fotografia, uma música - parte XI - Tiago Bettencourt - Se Me Deixasses Ser

19.08.18 | Paulo Brites

DSC_4950-paulobritesfotografia.blogs.sapo.pt

Nikon D3200, 18-55mm @ 18mm, f/9, 1/320s, ISO 100

 

https://www.youtube.com/watch?v=dXd7QDXAH5k 

 

Se me deixasses ser

O sítio onde podes voltar

Depois do dia entardecer

Ou quando a noite te agarrar

O corpo forte de ficar

A casa de permanecer

A casa para regressar

Se me deixasses ser

Seja onde for

 

Se o filme fosse meu

Na luta contra o mal

Tudo o que te faz doer

Morria no final

Quando o escuro não passar

E te cega como uma prisão

Vou-te resgatar

Lavar o coração

Se me deixasses ser

Se fosse eu a mandar

Fazia-te ver

 

Frente ao precipício

Juntos pela mão

Se hoje queres saltar

Eu quero ser razão

Se hoje queres saltar

Eu quero ser razão

 

Se me fizesses crer

No sitio onde posso voltar

Para um dia entardecer

Ou quando a noite descansar

Na casa de permanecer

Na pedra que fazemos chão

Para me rever

Lavar o coração

Se me fizesses crer

Se fosse eu a mandar

Fazia-te ver

 

Frente ao precipício

Juntos pela mão

Se hoje queres saltar

Eu quero ser razão

 

Tiago Bettencourt - Se me deixasses ser

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