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Diz à mãe para migar as sopas ...

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Afinal o que sobrou?

23.11.16 | Paulo Brites

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"Desfazemo-nos e refazemo-nos, vezes e vezes sem conta, ao longo da nossa história.

Certos momentos são como um inesperado tremor de terra; apanha-nos de surpresa e faz-nos simplesmente aluir, sem controlo, por vezes até sem amparo. De início é uma visão devastadora, dolorosa, sem sentido. Mas depois todas as sensações vão abrandando… Damos por nós a olhar para o que sobrou – de pé, ou não, – e percebemos que não é o fim. E mesmo que seja em alguns aspetos, só temos duas escolhas; reerguermo-nos, ou ficarmos ali, presos ao que já não tem volta…
Independentemente da escolha que façamos, porém, fica uma certeza: ao mergulharmos nas nossas perdas, dores, aluimentos, jamais voltaremos a ser os mesmos (felizmente!)."

Graça Aguiar

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