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Diz à mãe para migar as sopas ...

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“O caminho faz-se caminhando”

24.06.19 | Paulo Brites

DSC_1687-1.jpgNikon D3200, 50-200mm @ 200mm, f/5.6, 1/500s, ISO 400

 

O caminho faz-se caminhando” - Dizem os especialistas “emocionais e espirituais” deste mundo. Concordo com eles em parte, em especial, na analogia da frase. Claro que sem caminhar não existe caminho nenhum, tal como o contrário!

Poderemos e deveremos ser nós, a fazer um caminho! É esse talvez, o melhor de todos!

Existem caminhos asfaltados, empedrados, demarcados … enfim, existem inúmeras formas de “mostrar” ou “fazer” um caminho! No entanto, quer o caminho já exista ou o estejamos a fazer nós próprios, é importante: mimar, elogiar, acarinhar, embelezar! É importante fazer sentir que o “caminho” é o nosso! Decerto, que se o fizermos, este caminho irá ter outra beleza, irá ter outra importância, mesmo que saibamos que ele, para nós, já é importante!

Um caminho que tenha um elogio; Um caminho que tenha uma atenção nossa; Será sempre um caminho que nos trará um retorno.

É importante caminhar, mas também não menos importante, refazer os nossos caminhos.

Pensar o que queres, o que dás, o que recebes e, tentar que, as respostas sejam sempre ou quase sempre as melhores. Pensar se estamos a dar a esse “caminho” o que o “caminho” nos tem dado! Pensar se este “caminho” é o “caminho” que queres! Pensar se o verbo caminhar, está no singular ou plural! Qual o modo! Se no indicativo: Presente, Pretérito imperfeito, Futuro ou Condicional? Se no modo conjuntivo: Presente ou Pretérito imperfeito!

Enfim, seja o que for, nunca se deve deixar de fazer o “nosso” caminho! Se a ele se juntar alguém, então, poderá ser o melhor caminho de todos! Caso contrário, pega na viola ou na bússola, vê onde nasce o sol, e faz um novo caminho!  

 

Beijinhos