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Diz à mãe para migar as sopas ...

Diz à mãe para migar as sopas ...

Uma fotografia e uma música – parte XVIII – Pedro Abrunhosa – Vamos fazer o que ainda não foi feito

24.09.18 | Paulo Brites

Vamos fazer o que ainda não foi feito

Nikon D3200, 50-200mm @ 200mm, f/5.6, 1/1000s, ISO 100

 

https://www.youtube.com/watch?v=14_-_N2xJ3I 

 

Sei que me vês,

Quando os teus olhos me ignoram

Quando por dentro eu sei que choram

Sabes de mim,

Eu sou aquele que se esconde

Sabe de ti sem saber onde,

Vamos fazer o que ainda não foi feito

 

Trago-te em mim,

Mesmo que chova no verão

Queres dizer sim,

Mas dizes não

Vamos fazer o que ainda não foi feito

 

E eu, sou mais do que te invento

Tu és um mundo com mundos por dentro

E temos tanto pra contar

Vem esta noite,

Fomos tão longe a vida toda

Somos um beijo que demora

Porque amanhã é sempre tarde demais

 

Eu sei que dói,

Sei como foi andares tão só por essa rua

As vozes que te chamam e tu na tua

Esse teu corpo é o teu porto, é o teu jeito

Vamos fazer o que ainda não foi feito

 

Sabes quem sou,

Para onde vou a vida é curva, não uma linha

As portas que se fecham e eu na minha

A tua sombra é o lugar onde me deito

Vamos fazer o que ainda não foi feito

 

E eu, sou mais do que te invento

Tu és um mundo com mundos por dentro

E temos tanto pra contar

Vem esta noite,

Fomos tão longe a vida toda

Somos um beijo que demora

Porque amanhã é sempre tarde demais

 

Tens uma estrada, tenho uma mão cheia de nada

Somos um todo imperfeito

Tu és inteira e eu desfeito

Vamos fazer o que ainda não foi feito

 

E eu, sou mais do que te invento

Tu és um mundo com mundos por dentro

E temos tanto pra contar

Vem esta noite,

Fomos tão longe a vida toda

Somos um beijo que demora

Porque amanhã é sempre tarde demais

 

Vem esta noite,

Fomos tão longe a vida toda

Somos um beijo que demora

Porque amanhã é sempre tarde demais

 

Vem esta noite,

Fomos tão longe a vida toda

Somos um beijo que demora

Porque amanhã é sempre tarde demais